Hospital São Patrício, de Itaqui, é questionado por assédio a trabalhadores

O SERGS participou nesta quinta (23) de uma audiência convocada pelo Ministério Público do Trabalho da região de Uruguaiana, para tratar sobre situações de assédio no Hospital São Patrício, de Itaqui. Segundo o procurador Lucas Santos Fernandes, o MPT vem recebendo denúncias de trabalhadores deste hospital em relação à tratamento ríspido e favoritismos por parte da gestão.

A presidenta do SERGS, Cláudia Franco, manifestou sua preocupação com esses relatos e lembrou que existe uma Convenção firmada com o Sindiberf – entidade patronal à qual está filiado o São Patrício – que condena qualquer tipo de prática assediadora e regra sobre fornecimento de uniformes e EPI´s.  A assessoria jurídica do SERGS para temas relacionados ao interior do Estado também esteve presente na reunião, representada pelo advogado Jeverton Lima, do escritório Young, Dias, Lauxen & Lima.

Ao final do encontro, o procurador Lucas Santos Fernandes firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que o Hospital São Patrício se comprometa a preparar melhor seus líderes, a fim de combater situações de assédio.

O SERGS estará apoiando o MPT neste processo e deixa todos os seus canais de comunicação à disposição de colegas deste hospital e de outras instituições em que situações de assédio de qualquer tipo estejam ocorrendo. “Nosso sindicato tem como uma de suas bandeiras combater qualquer tipo de prática assediadora, mas precisamos ser informados pela nossa base para poder agir rapidamente nestes casos”, complementou Cláudia.

Também cabe ressaltar que qualquer tema que envolva as relações trabalhistas do hospital com enfermeiras (homologações de demissões, por exemplo) precisa ser obrigatoriamente tratado com o sindicato, pois esta é a entidade que representa a categoria em nível estadual.

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