SERGS faz reunião com Fêmina para levar demandas da categoria

A diretoria do SERGS esteve reunida nesta quarta, dia 14, com a gestão do hospital Fêmina, de Porto Alegre, para tratar assuntos envolvendo a atuação da enfermagem na instituição, após vários meses de tentativa de agendamento de um encontro. Pelo SERGS, participaram o presidente Estevão Finger, a secretária geral, Denize Cruz, e a delegada sindical no hospital, Silvia Medeiros. Representando a gestão do hospital, estavam o gerente de internação, Eduardo Trindade, e a enfermeira responsável técnica, Maria Luísa Santos. A reunião também teve acompanhamento da assessoria jurídica do SERGS.

 

O presidente do SERGS trouxe uma série de relatos recebidos de profissionais da instituição sobre jornada estendida para 18h, para cobertura de colegas afastados ou em atestado, gerando sobrecarga. Também ponderou que alguns destes colegas reclamaram que estas horas feitas a mais não foram registradas.

Outro ponto tratado na reunião foi a sobrecarga dos profissionais, o aumento no atendimento e a falta de reposição de funcionários(as). Como exemplo da sobrecarga e desvio de funções, a diretora Denize também trouxe a questão da responsabilidade pela manutenção de equipamentos.

Segundo os representantes do hospital, a área de Recursos Humanos do GHC já recebeu pedido formal de aumento do quadro. O presidente Estevão Finger se comprometeu a reivindicar esta demanda junto ao grupo, para que mais profissionais sejam alocados no Fêmina.

Por fim, foi trazida a questão do assédio moral institucional, relatada por alguns enfermeiros(as) ao SERGS. Estevão manifestou preocupação com o adoecimento, estresse e afastamentos de colegas. Os dois representantes da gestão do Fêmina negaram haver esta prática na instituição e se colocaram à disposição para atender qualquer tipo de demanda deste tipo.

Estevão finalizou o encontro enfatizando que pretende manter o canal de diálogo aberto com a instituição, preservando sempre os(as) profissionais. “Para o sindicato, a categoria e o hospital, o caminho da conversação é sempre mais interessante do que o da judicialização. Nosso objetivo é sanar os problemas relatados pela categoria”, observou.

Texto e fotos: Assessoria de Comunicação SERGS

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